Planejar para desenvolver: Praia Grande entre as 4 melhores cidades do estado em gestão pública

Dedicação, planejamento e responsabilidade sempre foram premissas dos meus mandatos como prefeito. Por isso, fiquei feliz com a notícia que recebi esta semana: PRAIA GRANDE ESTÁ ENTRE OS 4 MUNICÍPIOS DO ESTADO COM O MELHOR ÍNDICE DE EFETIVIDADE DA GESTÃO PÚBLICA EM 2020, segundo avaliação do Tribunal de Contas.

Desde meu primeiro mandato, na década de 90, sociedade, governo e servidores públicos municipais entenderam e seguiram unidos no propósito de transformar Praia Grande em uma cidade sinônimo de desenvolvimento, resgatando a autoestima da população, com crescimento ordenado e em constante busca de ações de promoção à equidade e qualidade de vida. Para isso, estabeleci metas, me debrucei dia e noite em projetos, trouxe ideias e fiz a análise constante dos cenários econômicos e culturais dos cidadãos.

Estabeleci a dinâmica de priorização, busca de parcerias, racionalização e gerenciamento diário do orçamento público, o que trouxe este resultado que é visível. Mais do que evoluir, somos uma Cidade com estrutura sólida e muito promissora.

Amo Praia Grande e sempre dei meu melhor em todos os planos à frente da Prefeitura. Trabalhei em cada governo com a dedicação e vontade de como se fosse a primeira gestão, sempre buscando me superar cada vez mais.

Costumo dizer que tive a oportunidade de, nos meus mandatos, governar nos piores momentos dessa cidade e, claro, alguns piores momentos do Brasil e do Mundo também. Foram períodos desafiadores, como crises sanitárias, déficit no orçamento, períodos de alta inflação e neste último mandato, em 2020, uma pandemia.

Mesmo já tendo enfrentando muitos desafios, em 2020 foi diferente, uma pandemia invadiu o Mundo e, claro, a nossa Cidade, e todo o planejamento teve que ser refeito. Governar é a arte de suportar a pressão e as adversidades. Então, tivemos que aprender a reorganizar nossos planos, readequar os investimentos, sempre com o objetivo de manter a qualidade dos serviços prestados à população. Servidores comprometidos estavam ao meu lado e isso foi fundamental. Concentramos os esforços na saúde, com o objetivo de salvar vidas. E ainda com muita organização e controle, garantimos diversos investimentos em outras áreas e a Cidade continuou progredindo.

Me dediquei e valeu a pena. Apesar das perdas, muitas vidas foram poupadas, isso pra mim é o mais importante. Mas junto com isso, esse resultado do TCE reforça que fizemos a lição de casa direitinho.

No documento, o TCE avaliou a eficiência das 644 prefeituras paulistas (exceto a capital) e considerou o grau de planejamento de ações relacionadas à segurança dos munícipes e de Educação, Saúde, Meio Ambiente, Tecnologia, Transparência e Segurança da Informação.

Enfrentamos os desafios e superamos. Trilhamos um caminho de sucesso, devemos revisitar sempre a história de sacrifícios e vitórias para valorizar ainda mais cada conquista de nossa Cidade que hoje é alvo de grandes investidores e tem potencial ainda maior.

Fico muito feliz com o reconhecimento, agradeço e parabenizo a todos os servidores que se dedicaram, em todos os governos que estive à frente, em especial no último, para esse resultado. Desde os funcionários mais simples aos mais graduados da equipe. Todos colaboraram e fizeram a diferença para o sucesso de Praia Grande.

Obrigado!

A pandemia e os impactos na educação das crianças e jovens

A educação sempre foi uma das minhas prioridades. É a base da sociedade! A educação infantil especificamente, teve uma atenção especial durante minhas gestões como Prefeito.
Infelizmente, em virtude desta pandemia, que iniciou em 2020 e se estende até o momento, as crianças ficaram sem aulas presenciais. Minha grande preocupação é com a perda de aprendizado, que é ainda maior para aqueles que iniciam os primeiros ciclos, como o 1º ano do Ensino Fundamental, quando começa sua alfabetização; além dos que estão terminando este nível de ensino e os que ingressarão no ensino médio.
Com a previsão de vacinação de toda a população com a segunda dose é apenas no final de outubro, quando realmente sentiremos o efeito da imunização, praticamente terminaremos mais um ano letivo com déficit de aulas presenciais.

O que me preocupa muito é que precisamos retomar o mais breve possível a aula presencial, especialmente para 100% dos alunos desses anos, que não foram alfabetizados adequadamente em virtude dessa ausência de aulas presenciais em todo o mundo.
Este é um tipo de aprendizado que não se adquire perfeitamente de forma digital, e esses que não conseguiram se alfabetizar sofrerão grandes impactos educacionais, já que não terão fácil leitura e escrita, por exemplo, além de ficarem atrasados em comparação aos que tiveram as aulas presenciais em outro momento.

É muito importante que façamos um esforço concentrado para que estas crianças não percam o aprendizado destes anos, porque se passarem para o segundo ou terceiro ano, respectivamente, terão muitas dificuldades.
Como gestores e responsáveis, teremos que fazer escolhas, e é evidente que será preciso priorizar este grupo de crianças. Praia Grande segue as diretrizes previstas na BNCC, ou seja, o processo de alfabetização ocorre no 1º e 2º ano do ensino Fundamental. São quase 9 mil alunos nessa fase na Cidade. Já no ensino infantil, fase que visa promover o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade, são aproximadamente 8 mil.

Para os estudantes dos 8º e 9º anos, que estão chegando no ensino médio e perderam grande parte da oportunidade de reforçar o conteúdo, é necessário um diagnóstico da perda de aprendizado e a intensificação do conteúdo com reforços das disciplinas, nesta fase tão importante, já que em breve eles perderão o contato com a rede municipal de ensino e entrarão para os colégios estaduais. Esta intensificação permitirá que a gente consiga ajudá-los e prepará-los para cursar o ensino médio com maior tranquilidade e segurança de conhecimento, evitando até evasões.

Ainda dá tempo, neste ano letivo, de ajudar essas turmas de estudantes que estão nessas fases de aprendizado de base para a trajetória estudantil e profissional.
Em 2022 deverá ser mantida a programação estabelecida com aulas presenciais, mas também será necessário reforço em contraturno para os alunos identificados com problemas de aprendizagem em decorrência de não conseguirem aprender com a intensidade que uma aula presencial poderia oferecer.

Ninguém queria uma pandemia, mas ela chegou e foi preciso o mundo inteiro se adaptar. Agora precisamos remediar, na verdade precisamos vacinar contra as sequelas educacionais inevitáveis. É a vacina da educação para fortalecer o cidadão.

Habitação: dignidade, saúde e qualidade de vida

Cerca de 8 mil famílias já foram beneficiadas com ações habitacionais ao longo dos últimos anos em Praia Grande. Este número comprova que a Habitação sempre foi tratada como prioridade na Cidade. Por isso, neste 21 de agosto inicia o Dia Nacional da Habitação, convido todos a refletirem sobre o direito à moradia digna, que proporcionam mais conforto e qualidade de vida.
Deste total de 8 mil famílias, 6 mil receberam gratuitamente a escritura definitiva dentro do programa Dono do Lote, iniciativa criada durante minha gestão. Já cerca de outras 2 mil famílias foram beneficiadas com unidades habitacionais em mais de 20 conjuntos construídos na Cidade.
Todas essas iniciativas geraram mais dignidade, saúde e qualidade de vida para esses milhares de praia-grandenses. É assim que enxergo a Habitação que, além da estrutura física de tijolos, é a realização de um sonho de anos.
E me recordo aqui de minha primeira gestão, em 1993. O cenário habitacional que encontrei em Praia Grande era desafiador, para não dizer desolador: Muitas favelas, palafitas e vários loteamentos irregulares ou clandestinos.
O déficit habitacional era gigantesco em consequência da falta de estratégia nacional, que mesmo com a criação de alguns programas, os problemas estariam longe de serem resolvidos, exigindo medidas descentralizadas em que os municípios precisariam pensar em alternativas para ajudar a diminuir a dívida social urbana.
Foi então que comecei a desenvolver estratégias para criar uma política habitacional que pudesse levar qualidade de vida aos moradores do Município passou a ser uma das minhas principais metas de gestão.
Busquei recursos e elenquei faixas de prioridades para tirar respectivamente aquelas pessoas das áreas de riscos, as que residiam em locais que ofereciam riscos à saúde humana, como áreas de mangue; e para quem tivesse menor poder aquisitivo. Isto demandou agilidade, capacitação de pessoal e muito compromisso para elaborar um plano plano habitacional
Mesmo sem apoio conseguimos construir o primeiro conjunto habitacional com recurso do própria Cidade, beneficiando centenas de famílias. Com o tempo aperfeiçoamos o sistema habitacional com contratos de locação social, cobrando parcelas mais baixas que pudessem ser pagas em 25 anos e que permitiam que o morador se tornasse dono do imóvel, desde que tivesse com todos os seus débitos em dia, sem sublocação sua residência.
A preocupação contínua sempre foi de que o local onde seria instalado um conjunto habitacional deveria contar com infraestrutura de serviços públicos como saneamento básico, mobilidade, unidades de saúde e educação; além de manter as famílias nos bairros em que já estavam inseridas, assim eles mantinham sua rotina em seus empregos, escolas, serviços próximos, proporcionando habitação acessível, além de manter a convivência com amigos e parentes aos quais já eram acostumados.
As pessoas que moravam em barracos ao entorno de um rio, no bairro Solemar, assim como também nas laterais do canal Mirim ou ainda aqueles que permaneciam em construções precárias no Caieiras, foram recebendo direito à moradia digna, em ruas pavimentadas, com saneamento básico. A favela Vila Helena, no canto do Forte, constituída 70% de barracos, também teve sua realidade transformada. Em 2007, 66 casas foram entregues. E não parou por aí, nos anos seguintes outros moradores da Vila também ganharam a oportunidade de residir em um novo lar.
Ressalto aqui que também está aprovada e prevista a construção de mais cerca de 2 mil unidades voltadas para as famílias consideradas de baixa renda (faixa 2). E em continuidade à preocupação habitacional, há outros projetos em estudo, inclusive a cidade de Praia Grande está inscrita no programa estadual “Nossa Casa”, onde cadastrou 11 áreas, e aguarda manifestação do Estado. Recentemente foram anunciadas mais 100 unidades habitacionais na Cidade no programa Vida Digna.
Nos últimos dias também tivemos mais uma ótima notícia. O Governo Federal confirmou que serão liberados cerca de R$ 10 milhões para a retomada das obras que foram paralisadas por ele, dos conjuntos Sítio do Campo IA, IB e IC, Sítio do Campo II, Antártica e Santa Marina, que reúnem 134 unidades habitacionais.
Mas é importante explicar este caso. Assim como em todos os projetos habitacionais, a Prefeitura de Praia Grande desde o início fez a sua parte e destinou terrenos para a construção dos conjuntos. Desta forma, os governos Estadual e Federal tinham que cumprir a contrapartida liberando recursos.
Realizei diversas tratativas junto com a Caixa e com o Governo Federal para garantir a continuidade do projeto, pois sabíamos a importância das residências na vida daquelas famílias.
Por isso, sigo sempre defendendo a moradia, que proporciona mais dignidade, saúde e qualidade de vida para a população.

Inicia neste dia 21 de agosto a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

Que tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância de práticas inclusivas e de respeito às diferenças, os direitos de cidadania e inclusão social.
Em Praia Grande o carinho e respeito por pessoas com deficiência estão em todos os detalhes, da estrutura ao cuidado. Das escolas de educação especial e de inclusão, da acessibilidade em vias e equipamentos públicos e do trabalho social.
Foi uma grande luta e mantivemos em Praia Grande, as Escolas Municipais de Educação Especial, EM Anahy Navarro Trovão e EM Sérgio Vieira de Mello, que atendem centenas de alunos de diversas idades; além do Centro Sócio Terapêutico Antonio Tavares de Santana.
Tenho tanto carinho pelos alunos da escolas municipais, que antes desta pandemia meus aniversários eram comemorados com eles, que sempre preparavam uma surpresa muito gostosa pra mim: cartões, apresentações, entrevistas e muitos abraços.
Na Educação Inclusiva temos aproximadamente 1500 alunos matriculados no ensino regular com atendimento de profissionais qualificados, onde é assegurado também um Plano de Ensino Individualizado (PEI), que orienta o trabalho dos professores e contribuições da família visando o desenvolvimento do aluno.
Além dos professores do ensino regular, os alunos PAEE recebem também atendimento de docente especialista no contraturno da sala comum, em um dos 19 polos de Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Além do(s) professores do ensino regular, os alunos PAEE (Público-alvo da Educação Especial (PAEE)) recebem também atendimento de docente especialista no contraturno da sala comum, em um dos 19 polos de Atendimento Educacional Especializado (AEE). Entre esses polos, estão sala especializada no atendimento de alunos com deficiência visual, destinada à aquisição da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para alunos surdos e uma que objetiva o ensino da Língua Portuguesa para alunos com deficiência auditiva, uma vez que as duas línguas (Portuguesa e LIBRAS) diferem em termos estruturais. As outras salas são destinadas ao atendimento de alunos com outras deficiências como Intelectual, Transtorno do Espectro Autista, Deficiência Física e Múltipla. Atualmente, o próprio site da Prefeitura possui componentes de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.
A Residência Inclusiva acolhe pessoas com deficiência que não têm apoio de familiares, seja por abandono ou falecimento dos antigos protetores, e dependem da ajuda para as atividades do dia a dia, como se alimentar, tomar banho e trocar de roupa. O serviço é para casos específicos e não funciona como centro de reabilitação ou hospital. O local conta com equipe especializada com metodologia adequada para prestar atendimento personalizado e qualificado, proporcionando cuidado e atenção às necessidades individuais e coletivas dos atendidos.
Além disso, a política municipal de mobilidade urbana prioriza o deslocamento ativo e tem como uma das diretrizes principais a acessibilidade, que já vem sendo implantada nas vias estruturantes e centros comerciais. É cada vez mais comum andar pela cidade e ver os pisos tátil e rampas de acesso nas calçadas.
Pensar sempre no próximo, ter empatia e promover o acesso, igualdade, equidade, oportunidade e justiça. Assim, encero com uma frase oportuna de John F. Kennedy: “Lutar pelos direitos dos deficientes é uma forma de superar as nossas próprias deficiências”.

 

Minha homenagem no Dia do Humanitário

Celebrado dia 19 de agosto, vai para alguém que desenvolveu um lindo trabalho e que dá nome a uma Escola de Educação Especial de Praia Grande: Sergio Vieira de Mello – Filósofo e humanitário que com apenas 21 anos começou sua trajetória na Agência da ONU para refugiados, que tem como objetivo proteger pessoas que foram forçadas a deixar tudo para trás para escapar de guerras, conflitos e perseguições.
Um tema atual, né? Mas ele sempre colaborou em crises humanitárias em Bangladesh, Sudão, Chipre, Moçambique e Camboja, trabalhando com refugiados e em campos de guerra. Sempre compromissado com as causas humanitárias ocupou o cargo de Alto Comissário das Nações Unidas para Direitos Humanos em 2002. Infelizmente, em 2003, enquanto atuava como representante oficial das Nações Unidas para o Iraque, buscando solucionar o violento conflito que assolava o país, Sérgio foi vítima de um ataque fatal à sede da ONU em Bagdá.

Em 2003, Praia Grande escolheu uma Escola da Educação Especial para dar seu nome, homenageando este humanitário exemplar. Por isso, relembro aqui o início da luta pela educação em Praia Grande, na década de 90, com atenção maior para as crianças e pessoas com deficiência.

Acompanhei o trabalho de Sergio Vieira de Mello no Timor Leste, quando ele foi responsável por um processo de democratização. E infelizmente foi morto num ato de terrorismo e irresponsabilidade que não leva o mundo a lugar nenhum. Foi um homem que lutou por anos e anos para espalhar a justiça social.

A Educação é o primeiro processo para o desenvolvimento de uma sociedade. Os países que conseguiram suplantar suas dificuldades e que criaram uma maior justiça social, foram os países que investiram maciçamente na questão educacional. Ela é a única forma de se espalhar a justiça social. Além da E.M Sergio Veira de Mello ainda temos, em Praia Grande, a Escola de Educação Especial Anahy Navarro Trovão, inaugurada em 1996. As duas juntas atendem centenas de alunos que não se enquadram na inclusão da escola regular, oferecendo atividades diversas, como oficinas de artesanato, de culinária e esportes.

Uma homenagem feita de coração!

 

A importância do esporte na formação do cidadão!

Já que o clima é de Olimpíadas vou aproveitar o momento para expressar meu pensamento, ações e convidar todos a refletir sobre o assunto.

Tem uma frase motivacional que circula na internet e diz: O único lugar que SUCESSO vem antes de TRABALHO é no dicionário. Pois bem, a Olimpíada é uma forma de mostrar isso para nossas crianças e jovens.

 

Antes de chegar ao Pódio, ou até mesmo a Tóquio, a Rayssa Leal, o Ítalo Ferreira, Kelvin Hoefler, Fernando Scheffer e Daniel Cargnin, caíram muito, se machucaram, se decepcionaram, mas principalmente PERSEVERARAM, PERSISTIRAM e tiveram DISCIPLINA.

Sempre acreditei no Esporte não somente como formador de atletas, o que claro, é bem legal. Mas principalmente como ferramenta de desenvolvimento social, educacional, de saúde e qualidade de vida.

No social, o esporte ocupa as crianças e jovens nos momentos em que poderiam estar na rua, vulneráveis à criminalidade; além de se socializarem melhor. No educacional já é comprovado que os jovens que praticam esportes têm melhor rendimento escolar do que os que estão ociosos. Na saúde e qualidade de vida não é preciso nem dizer os resultados: são maravilhosos na prevenção e combate à diversas doenças físicas e psicológicas.

Controle emocional, mais saúde, autoconfiança, disciplina, inclusão, persistência e trabalho em equipe são alguns dos resultados que o esporte proporciona.

Por isso, não é à toa que quando Prefeito de Praia Grande me debrucei em estudos e na criação de diversos equipamentos esportivos que foram consagrados em 2007, quando sediamos os Jogos Abertos do Interior e tivemos o ANO DO ESPORTE na Cidade, mas esse não era o foco, nosso objetivo era que a estrutura esportiva continuasse sendo utilizada pela população e recebesse ainda diversas competições. Missão cumprida!

 

Em diversas categorias, o SuperEscola de Praia Grande formou atletas que subiram ao pódio em competições internacionais, nacionais e estaduais, como a campeã mundial de judô sub-17 Tawany Gianelo; o campeão e recordista brasileiro de atletismo sub-16/18 e 20, Luis Gustavo Aguiar; o campeão dos Jogos Parapan-Americano, Nathan Torquato; e o campeão sul-americano e membro da elite do surf, Alex Ribeiro (orelhinha), que dá nome a Escola de Surf do Canto do Forte.

Nos anos que seguiram continuamos investindo no esporte não só com a ampliação da estrutura de equipamentos, mas com incentivos aos atletas como bolsas de estudo 100% nas escolas da rede privada do Município, nos ensinos fundamental e médio, vales transportes para os atletas da Cidade, kits lanches aos desportistas, uniformes, materiais esportivos e custeio de taxas para a disputa de competições regionais, estaduais, nacionais e até internacionais.

Hoje são 11 ginásios poliesportivos, 10 campos de futebol (inclusive com grama sintética), Centro de Iniciação ao Esporte e o de Excelência de Judô, 2 piscinas cobertas e aquecidas, uma delas semi-olímpica, Centro Náutico para a prática de vela e caiaque, pista de atletismo, 2 escolas de surf, quadras de bocha e malha, pistas de esportes radicais para skate e bmx, além do Instituto Neymar, em que a Cidade cedeu a área. Temos ainda atividades esportivas nos Programas de Integração e Cidadania, os PICs, que como o próprio nome já diz, promove cidadania nas sete unidades em diversos bairros. São milhares de atendidos em toda a estrutura.

É no esporte que nossas crianças aprendem a cair, levantar e tentar novamente, a lidar com as adversidades, com as frustrações. E como diz a música: “um joelho ralado dói bem menos do que um coração partido”, mostrando que a vida não é um conto de fadas, mas que eles podem se transformar em FADINHAS DO ESPORTE, como a pequena Rayssa Leal. E quando eles aprendem isso desde cedo, tornam-se adultos melhores, cidadãos gigantes.

Assim, ACREDITANDO EM FADAS, renovamos a fé em um mundo cada vez melhor e mais unido.

Educação é a base da sociedade

Esta semana o assunto de destaque nos noticiários foi a volta às aulas presenciais na rede de ensino regular. Mesmo com restrições e cuidados necessários em prevenção à covid, assistimos o retorno feliz de crianças, adolescentes e profissionais para as unidades de educação. O brilho nos olhos, a ansiedade e a chance de retornar à escola depois de mais de um ano renovam a esperança, mas os cuidados e a proteção devem continuar.

Nessa hora, percebemos a diferença que faz ter espaços escolares estruturados e planejados para receber os alunos e professores com o conforto e a segurança que eles merecem.

O homem é fruto do seu meio e sempre quis oferecer para as crianças e jovens a referência de locais estruturados, limpos, humanizados e estimulantes ao aprendizado e a cidadania.

Pensando nisso, me vem à mente a luta pela consolidação do projeto educacional em Praia Grande. São quase três décadas de um trabalho incansável pela excelência da educação, prezando a qualidade do ensino.

Sempre me importei e lutei por melhorias para área, desde o início da minha trajetória na vida pública. Como vereador participei assiduamente de reuniões com pais e diretores. Depois, como secretário de Educação, mostrei que a educação não deveria ser feita de forma política e clientelista, mas sim de políticas públicas. Daí em diante, assumi o primeiro mandado como prefeito, e o período foi o divisor de águas para Praia Grande. A Cidade passou por uma grande reformulação e as ações voltadas à área da educação acompanharam essa evolução.

Atualmente, a educação do Município serve como referência para as demais cidades da Baixada Santista e também do Estado de São Paulo, e isso graças aos investimentos em material, tecnologia, mão de obra qualificada, valorização profissional e infraestrutura adequada dos prédios escolares.

A rede municipal de ensino de Praia Grande conta com 77 unidades escolares, todas padronizadas, com infraestrutura moderna, ambientes amplos, arejados e motivadores ao aprendizado, bibliotecas, salas de informática, pátios para recreação, quadras para atividade física, sem falar nos recursos de tecnologia inseridos na rotina dos alunos e professores, como lousas digitais e tablets para serem utilizados pelos alunos.

Antes da pandemia, Praia Grande registrou a marca de aproximadamente 53 mil alunos matriculados na rede municipal, e fornecia cerca de 130 mil refeições por dia, com cardápio elaborado por nutricionistas, para alunos, com sistema self service, que estimula ainda mais a coordenação e autonomia das crianças.

Faço questão de citar a evolução da educação infantil do Município. Enquanto muitos viam as creches como depósitos de crianças, sempre enxerguei a importância da educação nos primeiros anos de vida para o desenvolvimento dos pequenos. Para garantir o atendimento adequado de educação na primeira infância, trocamos as casinhas adaptadas por creches estruturadas, investimos em ambientes amplos, limpos, organizados e saudáveis, espaços que facilitem a disciplina e o aprendizado. E fizemos isso em toda a rede municipal de educação, valorizando o Ensino Infantil, o Ensino Fundamental, a complementação educacional com atividades esportivas e culturais no contraturno escolar, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a Educação Especial.

Também sou um defensor das escolas em período integral. Jovens devem ter acesso ao ensino público profissionalizante através das ETEcs (Escola Técnica) e ETIMs (Ensino Médio Integrado ao Técnico), tanto que lutei para a implantação das duas unidades em Praia Grande, mas este número pode ser ainda maior e tenho como meta mais escolas neste formato, oferecendo, assim, mais oportunidade para os jovens ingressarem no mercado de trabalho.

A educação como base da sociedade. Sempre acreditei que ela é capaz de formar cidadãos, pessoas conscientes de seu papel na sociedade, que contribuam para a evolução humana.

A importância do esporte na formação do cidadão!

Já que o clima é de Olimpíadas vou aproveitar o momento para expressar meu pensamento, ações sobre o assunto e convidar todos a refletir.

Tem uma frase motivacional que circula na internet e diz: O único lugar que SUCESSO vem antes TRABALHO é no dicionário. Pois bem, as Olimpíadas é uma forma de mostrar isso para nossas crianças e jovens.

Antes de chegar ao Pódio, ou até mesmo a Tóquio, a Rayssa Leal, o Ítalo Ferreira, Kelvin Hoefler, Fernando Scheffer e Daniel Cargnin, caíram muito, se machucaram, se decepcionaram, mas principalmente PERSEVERARAM, PERSISTIRAM e tiveram DISCIPLINA.

Sempre acreditei no Esporte não somente como formador de atletas, o que claro, é bem legal. Mas principalmente como ferramenta de desenvolvimento social, educacional, de saúde e de qualidade de vida.

No social o esporte ocupa as crianças e jovens nos momentos em que poderiam estar na rua, vulneráveis à criminalidade; além deles se socializarem melhor. No educacional já é comprovado que os jovens que praticam esportes têm um melhor rendimento escolar do que os que estão ociosos. Na saúde e qualidade de vida não é preciso nem dizer os resultados: são maravilhosos na prevenção e combate à diversas doenças físicas e psicológicas.

Controle emocional, mais saúde, autoconfiança, disciplina, inclusão, persistência e aprender a trabalhar em equipe são alguns dos resultados que os esportes proporcionam.

Por isso, não é à toa que quando Prefeito de Praia Grande me debrucei em estudos e na criação de diversos equipamentos esportivos que foram consagrados em 2007, quando sediamos os Jogos Abertos do Interior e tivemos o ANO DO ESPORTE na Cidade, mas esse não era o foco, nosso objetivo era que a estrutura esportiva continuasse sendo utilizada pela população e recebesse ainda diversas competições. Missão cumprida!

Em diversas categorias, o SuperEscola de Praia Grande formou atletas que subiram ao pódio em competições internacionais, nacionais e estaduais, como a campeã mundial de judô sub-17 Tawany Gianelo; o campeão e recordista brasileiro de atletismo sub-16/18 e 20, Luis Gustavo Aguiar; o campeão dos Jogos Parapan-Americano, Nathan Torquato; e o campeão sul-americano e membro da elite do surf, Alex Ribeiro (orelhinha), que dá nome a Escola de Surfe do Canto do Forte.

Nos anos que seguiram continuamos investindo nos esportes não só com a ampliação da estrutura de equipamentos, mas com incentivos aos atletas como bolsas de estudo 100% nas escolas da rede privada do Município, nos ensinos fundamental e médio, vales transportes para os atletas da Cidade, kits lanches aos desportistas, além dos cartões transporte, uniformes, material esportivo e o custeio de taxas para a disputa de competições regionais, estaduais, nacionais e até internacionais.

Hoje são 11 ginásios poliesportivos, 10 campos de futebol (inclusive com grama sintética), Centro de Iniciação ao Esporte e o de Excelência de Judô, 2 piscinas cobertas e aquecidas, uma delas semi-límpica, Centro Náutico para a prática de vela e caiaque, pista de atletismo, 2 escolas de surf, quadras de bocha e malha, pistas de esportes radicais para skate e bmx, além do Instituto Neymar, em que a Cidade cedeu a área. Temos ainda atividades esportivas nos Programas de Integração e Cidadania, os PICs, que como o próprio nome já diz, promove cidadania promove cidadania nas sete unidades em diversos bairros. São milhares de jovens e crianças atendidos em toda a estrutura.

É no esporte que nossas crianças aprendem a cair, levantar e tentar novamente, a lidar com as adversidades, com as frustrações. E como diz a música: “um joelho ralado dói bem menos que um coração partido”, mostrando que a vida não é um conto de fadas, mas que eles podem se transformar em FADINHAS DO ESPORTE, como a pequena Rayssa Leal. E e quando eles aprendem isso deste cedo, se tornam adultos melhores, cidadãos gigantes.

Assim, ACREDITANDO EM FADAS, renovamos a fé em um mundo cada vez melhor e mais unido.

Dia Mundial de Combate ao Tráfico de Pessoas

Hoje, Dia Mundial de Combate ao Tráfico de Pessoas, não há motivos nenhum para celebrar: mais de 50 mil foram vítimas de tráfico de pessoas em apenas um ano, em 148 países. Por isso, esta é uma data para fazermos uma reflexão sobre o assunto, da necessidade de uma legislação mais rígida, um enquadramento cada vez mais abrangente.

Prevenção, proteção e criminalização são frentes de ação preconizadas que devem ser seguidas rigorosamente e o Poder Público deve atuar efetivamente. Lembrando que no Brasil as denúncias podem ser feitas pelo telefone 180.

Mas a maior fiscalização está entre nós: ao lado de sua casa, de sua empresa, da sua atividade econômica e de lazer. Em qualquer lugar, a qualquer momento pode ter alguém que pode estar sendo explorado por escravidão ou outro tipo de exploração. Ter um entendimento ético de que ações como estas não devem ocorrer é primordial, mas infelizmente esta ética não é uma uniformidade no seio da sociedade. Por isso, todos nós devemos ser fiscais desta situação para coibir este crime, fazendo jus ao que dizemos que somos: uma sociedade civilizada em evolução!

É de causar indignação e revolta que em pleno 2021 pessoas ainda fazem este mal para o próximo e pessoas são submetidas a ações de explorações. Cadê o amor ao próximo, a empatia?

Temos exemplos de diversos tipos de exploração seja de mulheres e menores, maus tratos, de trabalho escravo e sexual e não podemos aceitar calados.

O dia em que exercemos realmente a cidadania, no seu sentido mais profundo, como pessoas conscientes de seus direitos e obrigações, sendo fiscais efetivamente, não se calando diante dessas injustiças, sem perseguição, sem egoísmo ou egocentrismo, aí sim vamos melhorar a relação humana.

Então, temos aqui um exercício de autorreflexão: o que fazemos, de forma individual para validar este dia, para coibir e recriminar esta atitude na sociedade de nós, SERES que se denominam HUMANOS, mas que cometem e são coniventes com atos de atrocidades que ocorrem há milhares de anos e não param?

Ainda falando de estatísticas, o número citado acima é oficial registrado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2018, mas deve ser absurdamente maior, haja vista a natureza oculta deste crime que atinge em sua maioria mulheres e crianças, mas com alto número de homens e meninos também em todo o mundo.

Durante a pandemia da Covid-19, uma nova situação preocupa a ONU: a pandemia de tráfico humano, consequência do maior tempo das pessoas na internet e o desemprego gerado pela crise econômica global. Sem contar que com fechamento das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas, a prática do crime pode ter aumentado muito em virtude de pessoas precisarem dos contrabandistas para travessia destas fronteiras, de acordo com a própria ONU.

O relatório ainda aponta que as vítimas são pessoas mais vulneráveis como migrantes e desempregados, que em sua maioria são traficados para a exploração sexual, trabalhos forçados e atividades criminosas. Uma triste realidade.

Em 2016, a Lei 13.344 passou a enquadrar como traficantes os envolvidos em aliciamento de trabalhadores, tornando mais rigorosa e sistematizada e abrangente as acusações, facilitando o trabalho da justiça que antes reconhecia como tráfico apenas quando ocorria a exploração sexual das vítimas.

Vacinas salvam vidas!

 

Na data em que se comemora o dia da Vacina BCG, importante aliada na prevenção da tuberculose, uma doença que atinge o pulmão, assim como o Coronavirus, faço uma reflexão sobre a relevância das vacinas para a sociedade.

Graças a vacinação, foi possível quase erradicar diversas doenças no Brasil e no Mundo, como a poliomielite, rubéola e tantas outras. A BCG foi criada em 1921, chegou ao Brasil em 1927 e todos com acesso ao SUS, por meio das Unidades de Saúde da Família, podem tomá-la.

A vacina propiciou a humanidade um ganho substancial na longevidade, reduzindo os índices de mortalidade por diversas doenças. Mas é triste que em pleno ano de 2021, muitos ainda não confiam no poder da ciência e na eficácia das vacinas. Com isso, muitas das doses disponíveis pelo SUS, não são buscadas pela população. Como consequência, algumas doenças que pareciam erradicadas no Brasil, voltaram a registrar casos, como o sarampo, por exemplo.

É preciso valorizar as vacinas em qualquer época, e não apenas em casos de epidemias, quando o pânico já está instalado. Vacinas são prevenção!

Isso se aplica a atual situação em que vivemos, na pandemia da covid-19. Neste momento, apesar de real a comoção pela vacina, muitos querem optar por marca, devido a ideologia política e até por medo de reações adversas. O receio do novo é compreensível, mas especialistas garantem que qualquer vacina pode ter reações adversas, porém, são seguras.

Todas as vacinas aplicadas no País contra a covid passaram por testes rigorosos, todas possuem um padrão de segurança, assim como qualquer outra vacina amplamente usada pelo Sistema Único de Saúde.

E por falar em prevenção, a saúde da família em Praia Grande começou a ser planejada na década de 90, quando ainda não se falava no assunto. Sempre vi na atenção básica a solução para os problemas de saúde por meio da prevenção.

PRAIA GRANDE FOI A PRIMEIRA CIDADE DA BAIXADA SANTISTA e uma das pioneiras no Brasil a implantar o Programa de Saúde da Família (PSF), em 2001.

Lembro-me bem da primeira unidade inaugurada, a Usafa São Jorge, em 2000. Hoje são 30 Usafas e 110 equipes de Saúde da Família. É muito mais do que unidades físicas adequadas para o atendimento, são profissionais envolvidos para atender toda a comunidade de forma humanizada, inclusive na aplicação das vacinas.

Além de contar um pouco da história da Saúde da Familia em Praia Grande, publico este texto para reforçar que VACINA BOA É QUE VAI NO NOSSO BRAÇO, só assim conseguimos enfrentar esta pandemia e retomar a um novo normal.

Em Praia Grande mais de 160 mil doses aplicadas, na Baixada Santista passamos a marca de 1 milhão. É muito importante tomar a primeira dose e mais ainda segunda dose, seja de qual for a fabricante.

Seja consciente, não escolha a vacina e nem espalhe fake news sobre elas. Respeite o calendário de vacinação e tome a dose que estiver disponível no posto. Por você e por quem você ama. Vacinas salvam vidas!