Responsabilidade e planejamento transformam segurança em Praia Grande

Central de monitoramento no combate à criminalidade

Enquanto muitos governos culpam o Estado sobre a falta de segurança em suas respectivas cidades, Alberto Mourão sempre reconheceu a responsabilidade dos municípios diante das políticas públicas de segurança para construção de programas tecnicamente capazes de atender as demandas da sociedade, reduzindo assim a violência no âmbito local.

Hoje, Praia Grande vive uma realidade totalmente diferente daquela encontrada na década de 90, época em que era amplamente conhecida pela falta de planejamento e segurança. Atualmente, a cidade chama atenção pelos mecanismos de gestão municipal de segurança pública que são implementados em caráter preventivo.

Em seu primeiro mandato, Mourão já encontrou um grande problema para o combate à criminalidade. Praia Grande não contava sequer com um batalhão de polícia, tendo apenas uma companhia pertencente à cidade de São Vicente, em que as viaturas passavam a maior parte do tempo quebradas ou sem combustível, impossibilitando o atendimento de várias chamadas.

Pensando em solucionar o problema, Alberto Mourão realizou convênio com o próprio Estado para atender as necessidades do efetivo. O esforço do prefeito era incessante, fazendo constante pressão política para aumentar o número de efetivo e criar um batalhão. Para ter êxito em seus pedidos, Mourão disponibilizou um prédio que viria a ser a sede do 45º Batalhão, além de oferecer funcionários para ajudar a realizar a parte burocrática dentro da estrutura, já que o Estado não conseguia suprir tais necessidades.

Uma das provas de que Alberto Mourão sempre viu a segurança pública como uma responsabilidade de todos, onde cada esfera do governo tem o compromisso de realizar investimentos para melhorar a área, foi na formação da Guarda Civil Municipal (GCM). Com a aprovação da Lei Complementar 269/01, a GCM recebeu uma nova estruturação, com a formação dos guardas em ambiente universitário, contando com o apoio das polícias Civil e Militar. Os investimentos aumentaram, e com a Lei Complementar nº 602, a Guarda ganhou plano de carreira. Contudo, para integrar a corporação, o candidato passa por um rigoroso processo de seleção, realizado por meio de concurso público, composto por prova objetiva, avaliações física e psicológica, além do curso de formação de mais de 900 horas/aula com cerca de cinco meses de duração, incluindo aulas de tiro. Devido a todo esse preparo, a corporação da Cidade foi a primeira da região autorizada a usar arma de fogo.

Guarda Municipal passa por diversas avalições

No ano de 2013, o prefeito Mourão voltou à prefeitura, dando continuidade aos investimentos em segurança pública. Ele implantou o Gabinete de Gestão Integrada de Segurança e inaugurou a nova sede da Guarda Civil Municipal, que passou a contar com estande de tiro. Em sua gestão, também foi criado o Patrulhamento Comunitário Integrado e o Grupamento de Trânsito da Guarda Civil Municipal, que passou a contar com veículos elétricos no patrulhamento do calçadão da orla da praia, além de mais uma viatura para o Grupamento Ambiental e a aquisição de uma Central Móvel de Monitoramento (ônibus)

Recentemente, Mourão pediu que uma estruturação fosse criada para o plano de carreira da Guarda Civil Municipal através da LC 777/2018. Também institucionalizou o Grupo de Apoio à Cidadania e Prevenção à Violência nas Escolas – GAPE, Criação do Grupamento ROMU, inauguração da Sede dos Grupamentos de Guarda Ambiental e Canil e aquisição de novas viaturas para a ronda da GCM e drones para mapeamento aéreo e vigilância.