Praia Grande é referência em atendimento

      Hoje, Praia Grande conta com 30 USAFAS

Usafas- Preocupando-se mais uma vez com a medicina preventiva, a gestão municipal garantiu a proximidade entre o cidadão e a unidade de saúde, implantando 30 Unidades de Saúde da Família (Usafas). Nelas, o paciente tem seu prontuário eletrônico, possibilitando a manutenção de registros por tempo indeterminado, criando um histórico com informações clínicas de cada munícipe.

Pelos avanços em Estratégia de Saúde da Família, Praia Grande tem sido citada por autoridades do Ministério da Saúde como exemplo bem sucedido de aplicação do programa. Recentemente, a cidade foi visitada por gestores da Saúde do Equador, como parte de um curso integrante do acordo de cooperação internacional entre países em desenvolvimento.

O modelo implantado nas gestões de Alberto Mourão foi considerado revolucionário na assistência na rede pública municipal de saúde. Por esse modelo, a chamada “Atenção Básica”, responsável pelo atendimento ambulatorial da população, consegue não apenas detectar e solucionar problemas de saúde, mas também estimular a prevenção e promover qualidade de vida entre os pacientes.

Hoje, 102 equipes integram o Programa Saúde da Família, atingindo assim 100% de cobertura populacional na atenção preventiva. Praia Grande supera os parâmetros de equipes por número de habitantes no Saúde da Família preconizados pelo Ministério da Saúde, e atua como referência do serviço na Baixada Santista.

CAPS – Mais de 55 mil atendimentos  

Diversas atividades acontecem no CAPS

Garantir dignidade a portadores de distúrbios psíquicos é o principal objetivo dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Praia Grande. Mourão sempre se mostrava inconformado ao saber que esses pacientes eram vítimas de atos preconceituosos e, ao invés de acolhidos, recebiam tratamentos agressivos. Ele sempre concordou com a nova filosofia dos tratamentos psíquicos, que condenou os métodos realizados em antigos manicômios, onde imperavam a dor, a sujeira e a violência.

Por isso, a Cidade conta com duas unidades do chamado CAPS II: uma no bairro Mirim e outra no Boqueirão, o que facilita a locomoção dos pacientes, divididos pelas duas maiores regiões do município.

Além de fornecer a medicação controlada, os CAPS oferecem atendimentos que buscam a ressocialização das pessoas, que lutam contra o preconceito da sociedade e encontram acolhimento que lhes assegura qualidade e a busca da motivação para a vida.

Os pacientes atendidos são adultos (com mais de 18 anos) portadores de distúrbios mentais, como esquizofrenia, neuroses, psicoses, transtornos e depressão. A indicação é feita por médicos das unidades básicas de saúde, que encaminham os casos ao próprio CAPS II, responsável pela triagem. Somente os pacientes em estado mais grave vão para internação no Hospital Municipal Irmã Dulce, onde também existe acolhimento humanizado.

As duas unidades têm papel fundamental no reforço da estrutura de atendimento do setor na Rede, que conta ainda com o CAPS AD (Álcool e Drogas), oferecendo tratamento a dependentes químicos 24 horas por dia; e com o CAPS, que atende crianças e adolescentes gravemente comprometidos psiquicamente, vítimas de violência e de vulnerabilidade social. Na ampla unidade, são realizados serviços terapêuticos e psicológicos, divididos em vários grupos, separados pelos tipos de transtorno.

A estrutura do CAPS é constituída por um prédio de dois andares com elevador e salas de atividades decoradas com adesivos temáticos infantis.

Consultório na Rua- Restabelecer vínculos familiares que pareciam rompidos de forma definitiva: essa pode ser considerada uma das maiores vitórias obtidas pelo projeto Consultório na Rua, desenvolvido na cidade desde 2014 por determinação de Mourão.

Atendimento Consultório de Rua

O serviço tem sido essencial para a ampliação do acesso aos serviços de saúde da população de rua e usuários de drogas. Outra função importante da ação é inserir essa população em algum tipo de programa que a prefeitura realiza, independentemente da área, como habitação, cidadania e saúde.

O trabalho acontece em três locais principais de atuação: na Área de Transbordo, no bairro Guaramar (antigo ixão);   no espaço conhecido como Calipal, no bairro Antártica; e na Praça Roberto Andraus, no baiiro Ocian.

A atuação é realizada com um moderno veículo, específico para o serviço, que conta com uma sala sigilosa, comporta materiais de atendimento, separados em gavetas e armários, além de uma geladeira para disponibilização de vacinas e exames.

A equipe do Consultório na Rua conta com assistente social, psicóloga, terapeuta ocupacional, enfermeira e duas auxiliares de enfermagem.

Para dar retaguarda ao serviço, atuam como apoio os centros de referência em Atendimento Social (CRAS) e o Assistência Social (CREAS). Outro apoio é dado pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).